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drops rock
domingo, 25 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Drops Rock 49 - Segunda Temporada
Chegamos aqui no segundo ano da série Drops Rock, os programetes que falam sobre as "novas" tendências do Rock e tudo o que cerca o unicerso da música de forma geral. Aqui uma introdução e um sincero agradecimento de quem nos viu por esses 48 programas anteriores!
terça-feira, 15 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
De Rolê na Lei
De
Rolê na Lei

Artigo 5º,
inciso XVI da Constituição Federal: “Todos
são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,
garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País
a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: todos podem
reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público,
independentemente de autorização”.
A
Constituição da República do Brasil destaca em seu artigo 5° o
direito de ir e vir do cidadão e creio que isso deva valer em
quaisquer circunstâncias. Mas não é o que acham os proprietários
dos shopping centers quando o assunto é “rolezinho”, alegando
que tais eventos dão margem a roubos, furtos e brigas. Mesmo que a
administração de determinado shopping considere perniciosos tal
ação, o exercício da lei ainda sim deve prevalecer, mas a mesma
também precisa ser refletida.
Os
“rolezinhos” - encontros que jovens agendam via internet para se
reunirem nos shoppings ou em outro local – tem aparecido
constantemente na imprensa, mas já vem sendo propagado há algum
tempo, principalmente nos shoppings mais próximos às periferias. No
Boulevard Tatuapé por exemplo é constante uma concentração de
gays e lésbicas na praça de alimentação em uma determinada data
da semana. Outra concentração de jovens que gostam de funk acontece
no Shopping Itaquera, o qual tem como público consumidor os próprios
rapazes do “rolé”.
Tivemos há
algum tempos outros “rolezinhos” com cunho mais político. Várias
entidades em defesa da igualdade racial ( como a Educafro ) já
protagonizaram visitas em shoppings em sinal de protesto à
discriminação não apenas de raça ou cor mas também social que a
população da periferia enfrenta diariamente. Nessas reuniões
jamais foi noticiado um incidente sequer, muito menos alguma tipo de
ato de vandalismo ou infração.
Por outro
lado é importante salientar que o shopping embora seja um local que
receba um público não é uma instituição pública. Tal empresa é
um empreendimento particular e como tal tem seu próprio regulamento,
ou seja, em seu estatuto não permitir tais manifestações também
deve ter seu direito garantido, é como uma igreja onde o padre tem
plenos poderes para determinar a permanência ou ausência do fiel.
Diante
dessas duas formas distintas de “rolezinho”, partiremos para uma
análise um pouco mais profunda acerca de suas naturezas. No primeiro
caso, o “rolezinho” voltado mais a recreação tem como artífice
o jovem da periferia que ouve “funk ostentação”, corruptela do
Funk que trás em suas letras temas como andar com roupas de grife,
tênis caros, pulseiras, relógios e anéis de alto valor, objetos de
desejo que se eles não irão comprar ao menos poderão visualizá-los
nos... Shoppings, que aliás é o ambiente urbano mais acessível
para encontros, para comer algum lanche, lugar que dispõe de
banheiros e bebedouros decentes e até de segurança, no caso não
apenas real mas virtual, como os sistemas de câmeras. A carência
de centros de convivência, praças, parques e espaços culturais na
periferia tem como atrativo a visita a esses lugares de comércio
pela população carente, que também busca consumir os produtos
excessivamente oferecidos a ela pelos veículos de comunicação em
massa. Como se diz por aí “Shopping Center é a praia do
paulista”.
Já, os
movimentos “politizados” que circulam nos shoppings objetivam
estreitar o caminho da população marginalizada economicamente ao
acesso de consumir os produtos que a elite insiste em manter um fosso
de distância. E, se não consumi-los, ao menos circular nesses
ambientes em pé de igualdade, o que já encontra uma enorme
resistência das camadas conservadoras. Talvez haja uma preocupação
dessa elite de que esses encontros são realizados de forma pacífica
e que qualquer incidente que por ventura ocorra é passível de
acontecer como eventualmente em outras aglomerações.
Por outro
lado é importante salientar que o shopping embora seja um local que
receba um público não é uma instituição pública. Tal empresa é
um empreendimento particular e como tal tem seu próprio regulamento,
ou seja, em seu estatuto não permitir tais manifestações também
deve ter seu direito garantido, é como uma igreja onde o padre tem
plenos poderes para determinar a permanência ou ausência do fiel.
Em suma, é
considerável que o cidadão em primeiro lugar conheça os meandros
da Lei antes de imaginar que tenha deliberadamente quaisquer direitos
garantidos afinal direito a manifestação, de ir e vir e de livre
expressão deve prevalecer , mas para tanto também depende de certas
prerrogativas atribuídas através dos órgãos que recebem os
“rolezinhos” pois até os protestos necessitam de organização.
domingo, 30 de março de 2014
Copa do Fim do Mundo
Copa do Fim do Mundo
Desde que ficou decidido de que o Brasil será o país sede da Copa do Mundo em 2014 as pessoas dividem opiniões a favor ou contra o evento, mas a grande verdade é que nenhuma consulta popular prévia foi proposta, de modo que quaisquer negativas posteriores não serão atentadas. É o que podemos chamar de “voto vencido”. Se pudéssemos refletir a respeito do tema e considerar tais ponderações a resposta seria contrária a realização da Copa. São tantos desacertos que é inviável apenas falar de um único tópico negativo, de modo que segue uma lista elencando os principais problemas que envolvem a realização do acontecimento em nosso país.
Segundo estatísticas, a Copa do Mundo possibilitará a criação de 700 mil postos de trabalho resultando desse montante 330 mil postos permanentes. É necessário ao analisarmos esses números de forma mais concreta, afinal é difícil definir quais postos de trabalho permanentes o evento futebolístico poderá agregar haja vista que o mesmo ocorre apenas alguns meses no país. Será notório que teremos um aquecimento no PIB porém de curto período, e, em se tratando de um ano eleitoral esses números devem ficar bem visíveis para poder rebater futuras críticas da oposição que intenta galgar o poder.
Mas o maior problema de se realizar a Copa do Mundo no Brasil é o custo das obras superfaturadas que o evento pode proporcionar. Para se ter uma ideia, Ricardo Teixeira, um dos membros da comissão organizadora da copa foi acusado pelo Ministério Público de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O Brasil ocupa a 73° posição no Índice de Desenvolvimento Humano de modo que os 20 bilhões utilizados na Copa do Mundo poderiam ser melhores utilizados para necessidades mais prementes como Educação e Saúde.
Estima-se que o Governo investirá 20 bilhões de reais em infraestrutura para receber a Copa que serão distribuídos em
transporte, segurança, e cultura. O que não haverá é garantia de fiscalização das obras e transparência no destino dessa verba.
O Brasil passará a ter 12 estádios de futebol modernos que poderão ser utilizados para shows, inclusive em Manaus e em Mato Grosso. Entretanto, nesses estados a infraestrutura no que tange à transporte, turismo e mobilidade urbana devem se equiparar às necessidades que envolvem a construção de tais estádios e isso é algo que não ocorre.
Está previsto ainda a visita de cerca de 600 mil estrangeiros e o fluxo de turistas dentro do próprio território chegará a 3 bilhões de pessoas. Esses dados são alarmantes pois tal demanda redundará num caos no transporte aéreo.
Segundo estatísticas, a Copa do Mundo possibilitará a criação de 700 mil postos de trabalho resultando desse montante 330 mil postos permanentes. É necessário ao analisarmos esses números de forma mais concreta, afinal é difícil definir quais postos de trabalho permanentes o evento futebolístico poderá agregar haja vista que o mesmo ocorre apenas alguns meses no país. Será notório que teremos um aquecimento no PIB porém de curto período, e, em se tratando de um ano eleitoral esses números devem ficar bem visíveis para poder rebater futuras críticas da oposição que intenta galgar o poder.
A questão da segurança também é um dos agravantes que ameaça diretamente a realização da Copa do Mundo no Brasil. Os conflitos entre policiais e milícias das favelas do Rio de Janeiro já é fato recorrente nos noticiários internacionais. Soma-se a isso a onda de protestos que assolou o país a partir de julho de 2013. Alguns desse protestos tem como patrocinadores grupos políticos com interesses particulares, outros partem da própria manifestação popular espontânea. Em suma, seja qual for o propósito desses protestos toda essa balbúrdia colabora para o afastamento dos turistas e quiçá acarretará numa suspensão da realização dos Jogos Olímpicos em 2016.
Mas o maior problema de se realizar a Copa do Mundo no Brasil é o custo das obras superfaturadas que o evento pode proporcionar. Para se ter uma ideia, Ricardo Teixeira, um dos membros da comissão organizadora da copa foi acusado pelo Ministério Público de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O Brasil ocupa a 73° posição no Índice de Desenvolvimento Humano de modo que os 20 bilhões utilizados na Copa do Mundo poderiam ser melhores utilizados para necessidades mais prementes como Educação e Saúde.
Diante o exposto, conclui-se que posto à balança o país tem menos a ganhar com a realização da Copa do Mundo do que o contrário. Tal realização do evento aqui sacramenta o compromisso que os atuais governantes tem em maquiar o desenvolvimento econômico no país e o pior de tudo, enriquecerem seus bolsos com desvios de verbas da Copa e superfaturamento de diversas obras.
domingo, 23 de março de 2014
Epístola Abeta a Arthur
Há quem duvide que Rei Arthur tenha existido mas não resta dúvida sobre a grandeza e representação de orgulho para uma nação. Por enquanto nosso pequeno rei passou a nos orgulhar no domingo 16, às dezoito e vinte e três. Nasceu num domingo como o pai. Veio com três quilos e meio como o pai, mas levou os olhinhos e o nariz da mãe.
Não foi esperado seu assento em tal data, de modo que sua concepção também não fora, mas nem por isso houve desespero pois nos nove meses Arthur levou vida de rei comendo e bebendo do melhor, dormindo e aparecendo frequentemente na televisão, nos ultrassons quase rindo - ao menos eu cheguei a perceber seu sorriso lindo com as mãozinhas próximas a boca.
Seu nascimento foi tão inopinado quanto a notícia de sua concepção, o que nos mostra mais uma vez o quanto aquele minúsculo ser já tem opinião própria. A mãe apregoava seu nascimento como parto normal mas essa probabilidade partiu quando sua pressão subiu. Talvez fosse mesmo isso: o conforto do ventre é tamanho que Arthur não quisesse sair de lá. Num mundo de incontáveis vicissitudes, num planeta eivado de guerras, com barbáries a todo momento talvez fosse melhor ficar lá... Mas o espaço já está curto e a estada de Arthur estava vencida. Sua coragem de rei exigia buscar um mundo melhor. Então rompeu-se o cordão.
Veio então a concepção. Muito rápida e de tão veloz nem me dei conta de fotografar ou filmar o parto.
E, já que Deus não perdeu a fé na humanidade porque a humanidade perderia a fé em sí mesma? Com tudo que há de ruim no mundo precisamos regar essa árvore dos bons valores para colhermos os frutos de uma sociedade mais humana, deixarmos o planeta melhor do que encontramos, ainda que seja incerto o resultado, nossa vontade deve ser certeira.
Arthur, desejo do fundo de meu coração todas as alegrias que encontrará em sua nova jornada em nossa morada tão precisada de amor mas que você poderá dividir esse sentimento dada a quantidade consideravelmente grande que recebeu, está recebendo e que receberá.
Muita saúde, paz, fé e tudo mais daquilo que conversaremos quando mais adiante seguirmos os passos um do outro...
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