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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Drops Rock 41 - Os Não-Rocks



Mais um Drops Rock e no programa de hoje falaremos um pouco do que não foi o Rock aqui no Brasil há uns anos atrás. No saco de gato da globalização todo mundo vira roqueiro. E, já que o negócio tá misturado, faremos nossa a filosofia de Paulinho da Viola: Tá legal, eu aceito o argumento, mas não me altere o Rock tanto assim...

sábado, 3 de agosto de 2013

Ações Afirmativas

  As políticas de Ações Afirmativas são sempre alvo de acaloradas discussões, posicionamentos polêmicos de autoridades públicas e motivo de acusações de incitar o racismo por parte de alguns movimentos sociais. Acredito, contudo, haver observações muito preliminares e rasas diante dos argumentos veiculados na imprensa de maneira geral. Faltam ponderações mais sérias e contundentes dos setores midiáticos que se mostram interessados em discutir tais políticas. Ou, possivelmente, essa mesma mídia não se mostre disposta a tal debate por interesse em manter a falsa impressão de “democracia racial” que incluem “minorias” em programas de TV, revistas e outros segmentos da imprensa alterando o teor do verdadeiro debate que é o questionamento da ausência de determinados grupos étnicos em posições de destaque no âmbito de liderança econômica, política, jurídica e cultural.
   Mas antes de iniciarmos essa nossa reflexão é necessário delimitar o assunto a ser explanado para que seja feita uma análise com mais precisão acerca do tema, portanto vou me ater ao estudo relacionado a comunidade afrodescendente e a discussão que gira em torno das políticas em favor das cotas raciais nas universidades, que de antemão me posiciono fervorosamente favorável, após longas análises e pesquisas relacionadas ao tema,  considerando a ausência de seriedade que é dado ao mesmo, conforme já escrevi acima.
   Também faz-se necessário a definição do que vem a ser as Ações Afirmativas.Sobre a origem do termo “ações afirmativas”, colamos excertos do texto “Ações afirmativas: o que você acha?”, do Advogado e Jornalista Dr. Dojival Vieira, publicado no endereço jurídicowww.afropress.com/artigo_2.asp?id=2, em 25/06/2005.

“A expressão ‘ação afirmativa’ surgiu nos Estados Unidos e foi adotada pelo Presidente J.F. Kennedy, em 1963, para denominar a necessidade de se promover a igualdade entre negros e brancos apartados como forma de resposta ao conflito que já desembocara em guerra civil. É anterior à Lei dos Direitos Civis de 1964, que proibia a discriminação racial no emprego. Porém, não é apenas na América que tais medidas estão sendo praticadas e se constituíram em avanços importantes para propiciar igualdade de oportunidades. Experiências semelhantes estão ocorrendo em países da Europa Ocidental e também na Índia, Malásia, Nigéria, Israel, Austrália, Peru, Argentina, África do Sul, entre outros. Na Europa, as primeiras ações datam de 1976, e foram chamadas inicialmente de ação ou discriminação positiva. Em 1982, a discriminação positiva foi inserida no primeiro programa de ação para a Igualdade de Oportunidades da Comunidade Econômica Européia. No Brasil, as ações afirmativas tampouco são novidade. O Governo Vargas baixou a chamada Lei de dois terços, que exigia a contratação de, pelo menos, dois terços de trabalhadores nacionais por qualquer empresa instalada no país, e a chamada Lei do Boi, sancionada em julho de 1968 e revogada somente em 1985, que assegurava até 50% das vagas nos estabelecimentos públicos de ensino agrícola para agricultores ou seus filhos.”

   O autor da definição encerra o texto dizendo que no Brasil tais medidas não são novidade. Hei de concordar com ele muito embora as ações das quais levarei em destaque tenham teores diferentes. Pois bem., se as políticas de Ações Afirmativas já ocorreram no Brasil podemos nos certificar que as mesmas jamais foram elaboradas em benefício do negro e de seus descendentes:

O fim do comércio de escravos (1850) e da abolição da escravatura (1888) foram cruciais para a entrada de milhões de europeus no Brasil. A produção de café, principal produto do Brasil na época, começou a sofrer com a escassez de trabalhadores. Os produtores de café, temerosos com a crise na mão-de-obra, passaram a pressionar o Poder Legislativo a facilitar a entrada de trabalhadores estrangeiros para serem inseridos na lavoura cafeeira. Para isso, leis foram criadas facilitando o ingresso de imigrantes e o governo passou a dispender dinheiro público subsidiando a passagem de imigrantes. O estado de São Paulo, na primeira década do regime republicano, destinou cerca de 9% da sua receita para cobrir os gastos na promoção à imigração. De 1884 a 1891, o estado gastou o equivalente a quase 4,5 milhões de dólares com incentivo à imigração e, até 1930, os gastos totalizaram cerca de 37 milhões de dólares.

   Se ao término do sistema escravista brasileiro a  maioria da população era composta dos negros libertos* por que eles não foram mantidos nas fazendas como trabalhadores assalariados?  Simplesmente porque os negros não eram vistos como “gente” e sim recebiam o estatus de peças/ coisas/ animais de modo que a elitre branca da época teria dois problemas

*segundo IBGE onúmero total de africanos que chegaram no Brasil foram 4.009.400, ou seja, quase cinco milhões.
a solucionar: a substituição da mão de obra escrava pela assalariada que não fosse negra e a preocupação em “branquear” a sociedade dado o preconceito em voga.
    Para justificar a recusa dos negros como cidadãos assalaridaos a elite da época contou ainda com  o apoio da Ciência da época que fomentavam teorias acerca da superioridade da raça branca em deetrimento das etnias negras, deturpando teorias que já nasceram controvertidas comoa de Charles Darwin e a Evolução das Espécies e a Seleção Natural.  Como complemento e melhor entendimento sobre as teorias de |Darwin e outras como a Eugenia consulte o site:http://www.historiaehistoria.com.br/materia.cfm?tb=alunos&id=313
   No intuito de  resolver esse impasse D. Pedro, pressionado pelos latifundiários descendentes de portugueses, lançou mão de incentivar a “importação” de mão de obra vinda em primeiro momento da Europa e posteriormente  do continente asiático e até dos Estados Unidos. Tal projeto tinha como “recompensa” aos colonos que se arriscariam a vir para o Brasil a aquisição de terras doadas pelo governo, bem como todos os gastos com passagem e despesas para colonização do país.
Para se ter uma ideia de como o governo brasileiro contribuiu para o desenvolvimento das nações “amigas” em detrimento dos negros que já habitavam o brasil e que aqui trabalharam por mais de 350  anos, até o apoio aos perdedores da Guerra de Secessão D. Pedro colaborou com o acolhimento deles, que se organizaram maciçamente no interior de São Paulo como Campinas, Santa Bárbara D’Oeste e Americana – daí o n ome do município. Mas é importante frisar ainda que essa imigração norte-americana ficava restrita a apenas norte-americanos brancos.
   Oportuamente no período Entre Guerras ( 1914-1945 ) a imigração dos povos de Origem Ocidental, sobretudo japoneses foi mantida graças a aliança militar que o Japão mantinha com a Alemanha e Itália, em tempo inimigas dos aliados, bloco este que o Brasil se aliou. Nesse cenário as teorias cinetíficas  outrora utilizadas para justificar a soberania da raça amarela em detrimento dos negros não foi levada em conta.
Outro ponto que é importante salientar é que no processo de Ações Afirmativas estabelecido no Governo Brasileiro para os imigrantes europeus e de outros lugares do mundo não houve por parte da imprensa e de movimentos intelectuais da época nenhum movimento questionador contrário ou que defendesse igualdade de direitos econômicos e de bem estar social aos negros.
   Diante dessas observações é patente perceber a desigualdade social que as gerações posteriores das etnias negras vem herdando conforme o passar do tempo. Estereotipar a imagem o negro ao marginal , com pouca instrução e desprovido de progresso material e intelectual pelo mesmo não ter se esforçado como apregoa o discurso de qualquer sociedade capitalista é admitir que historicamente as condições materiais oferecidas a todos os cidadãos foram semelahntes e irrefutavelmente a História prova o contrário.
   É bem verdade que os opositores às cotas para os afrodescendentes hasteiam a bandeira de que tais benefícios deveriam ser oferecidos à todos que cursam por todo tempo as escola públicas. Entretanto, diante do exposto, o povo que mais sofreu e sofre toda sorte de violência ainda é o negro.
   É necessário que haja uma reforma educacional de qualidade que reveja a estrutura de ensino e o papel dos professores de escolas públicas. No entanto, em caráter emergencial essa é uma maneira de o Governo reparar a desigualdade social que outrora contribuiu para gerá-la.
   Pensar em identidade de um povo é ver e perceber o papel de cada um em seu tempo, como um sujeito histórico e não apenas mero espectador. O que dizer do povo indígena então? Esse é mais um longo capítulo de nossa história a se estudar noutra oportunidade.

Fontes de pesquisa:
: http://www.historiaehistoria.com.br/materia.cfm?tb=alunos&id=313
 SKIDMORE, Thomas em Preto no branco: raça e nacionalidade no pensamento (Paz e Terra, 1976).

Aval

terça-feira, 16 de julho de 2013

Drops Rock 12 - Invasão Britânica




Após alguns meses de pesquisa em nossos arquivos mortos reencontramos o Drops Rock número 12 que versará ( kkk ) sobre Invasão Britânica, que não tem nada que ver com as Ilha Malvinas. Mais uma vez, de Guarulhos para o mundo... você já sabe: se é drops...

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Breves Considerações Sobre as Manifestações no Brasil

Breves Considerações Sobre as Manifestações no Brasil

   O que nós temos visto nos últimos dias no Brasil é uma série de protestos e manifestações de vários tipos, de diversos propósitos e garanto que tem muita gente que diz entendedora de tudo e que tem muita gente que não está entendendo nada. Eu tento me manter no meio, mas dado minha natureza investigativa, exploratória e com um certo senso de busca pela justiça – ou pelo menos dar voz aos injustiçados – vejo-me com uma certa obrigação de externar alguns pontos de vista. Essa vontade de relatar algumas coisas é como se fosse algo meio que mediúnico, formiga minha mão para escrever qualquer coisa sobre tudo isso – e olha que eu resisti.

   Pois bem, tudo começou com os manifestantes do Movimento do Passe Livre que reinvindicava a diminuição da tarifa das passagens de ônibus. E por incrível que pareça o governo cedeu. Retornou a decisão. No entanto as manifestações prosseguiram e ainda prosseguem. Talvez seja por isso mesmo que o governo deu pra traz. Ninguém imaginava que a força popular iria se manter fiel aos seus protestos e princípios. Ninguém imaginava. Nem a mídia golpista, nem os políticos, nem a Rede Globo, nem o Arnaldo Jabor, nem eu. Na verdade cheguei mesmo a devanear de que tais manifestações aqui no estado de São Paulo fosse uma estratégia de Marketing do partido do PT para enfraquecer o governo da tucanada do PSDB. Aí um desavisado vai me questionar: mas a prefeitura petista também não se prejudicaria com isso? A curto prazo sim, mas ninguém descarta a possibilidade de um filme intitulado “Lula 3 no Governo de Sampa”, embora talvez a coisa seja bem maior... quiçá o retorno à presidência contando com o aval de militontos petistas perpetrando um golpe dentro do governo da Dilma... Ah, pode ser que eu esteja delirando...
   Depois ví outras manifestações sociais ocorrendo não só em sampa mas no Rio de Janeiro, Minas, Brasília, Ceará... bem, talvez haja realmente uma insatisfação generalizada que resolveu sair às ruas de verdade, sem o apoio da Vênus platinada como ocorreu há vinte anos no episódio do Fernandinho – ( lembra da série de TV “Anos Rebeldes” coincidindo com os movimentos dos cara-pintadas?)  
  O que me admira é tentar descobrir como esses movimentos de manifestações se organizaram. Seria muita ingenuidade achar que foi mera coincidência. Diante disso, fiz uma breve reflexão e creio que a internet com suas redes sociais certamente conseguiu movimentar grande parte desses manifestantes até porque esse público que saiu e sai às ruas são jovens estudantes de classe média que devem ter internet e fazer uso da mesma... opa! Tracei um perfil! Esses dados podem nos dar outras informações de quilates valiosos. Se a classe média tomou as ruas é porque está sentindo os efeitos colaterais de um governo que esteve teoricamente preocupado com o bem estar social. Faço as palavras de meu amigo Mauro Marcel minhas próprias tomando-lhe emprestado um trecho de um artigo que ele escreveu: 


                                  “Essa faixa da sociedade foi a grande prejudicada pelas políticas do governo , ou antes, são as menos prestigiadas: é o pessoal que não recebe subsídio pra comprar casa, paga a escola do filho ( nessa escola paga o lanche, o material didático, o uniforme, os passeios ) , a prestação dos carros, o IPTU altíssimo, não recebe bolsa família, tem que registrar a empregada doméstica, não tem cotas para entar na faculdade, não tem direito ao PROUNI.”


   Tudo isso assim escrito de supetão faz até o leitor achar que eu sou contra manifestações pelos direitos do povo. Mas temos aí no meio dessas vozes miutos povos, e é necessário separar o trigo do joio – aqui o provérbio vem invertido de propósito. A começar por uma questão que me chama bastante a atenção: será que a população que marcha nas ruas hoje não tinha motivo mais que suficiente para ter ido às ruas antes?
 Com tantos casos de corrupção como o mensalão e a continuação de culpados no congresso, com deputados e vereadores que escarnecem do povo na maior desfaçatez como é o caso do pastor Feliciano etc. E no entanto o povo só saiu agora ás ruas às vésperas da Copa do Mundo? Ou seja, nada acontece por acaso mesmo...
  Em meio  a essa massa disforme que toma todos os centros urbanos de nossa pátria vamos destacar alguns que conseguimos identificar nesse mar de tinta verde e amarelo com um pouquinho de lama e gás lacrimogêneo. Primeiro já localizamos os filhos da classe média, as mesmas crianças vindas dos ventres das mães que tiveram os bens saqueados no governo Collor e ensinaram aos seus filhos o que se deve fazer se seu cofrinho for quebrado.
   Uma segunda turma que passou a se instalar nas manifestações e que agora batem cartão são os grupos que representam os partidos políticos, inclusive o partido da situação, o mesmo partido no qual a massa exige mudanças. Esses oportunistas batem no peito e apregoam que estão com o povo e depois vão dizer que iniciaram o movimento para as futuras reformas que quiçá acontecerão. Eis-me aqui para mais um adendo: sou a favor de qualquer manifestação popular e considero a política partidária de extrema importância na manutenção da democracia. Mas querer se aproveitar de todo esse estado de coisas pra se promover é inadimissível. Sem proibição e sem violência com os representantes dos partidos políticos.
   Falo da violência porque ví várias ocorrências entre participantes da passeata agindo de forma hostil e extremamente violenta com manifestantes que hasteavam bandeiras de diversas legendas partidárias. Inclusive um grupo denominado “nacionalistas” eram os mais radicais. Por isso é sempre bom andar pra frente sem nos esquecermos de olhar de vez em quando para trás. A extinção de partidos políticos leva, a longo ou curto prazos para ditaduras. Fascismo e Nazismo eram sobretudo ditaduras sem partidos políticos e o regime militar que nos desgovernou por mais de duas décadas também, muito embora sempre tem alguém que afirma o contrário  ( um neto de general ou um correligionário órfão ).
   E por falar em violência, mais um pouquinho da dita cuja, caracterizada através do grupo que depreda o patrimônio, seja esse patrimônio público ou privado. Aí nós vamos ter algumas subdivisões desse grupo. O primeiro subgrupo é composto do pessoal que realmente não tem um objetivo definido e se infiltra nesses atos para extravasar uma violência contida que de certa maneira é fruto do nosso próprio meio, muito embora o cidadão não faça questão de mantê-la quieta. É gente que quer brigar, bater, machucar, destruir. Não os chamo de anarquistas pois vejo isso como um termo político. Também não os chamo de punks, mas classifico-os como vândalos. E temos o segundo subgrupo que é inteirado politicamente e de ideologia de esquerda radical. Eles depredam o patrimônio público pois não acreditam em negociação da parte das instituições se não se mostrarem perniciosos caso isso seja necessário. É como diz aquela velha frase “não há revolução sem derramamento de sangue”. O fato de uma parcela dos manifestantes se sentarem sob uma estátua tida como ícone cultural já é uma atitude de protesto. Quando ví as imagens da massa protestando no Palácio do Planalto aí percebi que era algo muito maior. Parecia Revolução Francesa, a queda da Bastilha, dadas as proporções.
     Eu não poderia deixar de de falar da polícia que está posta para cumprir seu papel. E no estatuto da corporação está bem claro que a primeira tarefa da instituição é defender o patrimônio. A polícia geralmente vai agir se houver alguma ameaça de depredação. Mas, como no meio das manifestações em que todos buscam defender os direitos do “povo” a polícia também o fará para defender os princípios de sua corporação. É claro que depois que uma reporter do jornal Folha de São Paulo foi alvejada com um tiro de bala de borracha no olho o jornal passou a enxergar com outros olhos ( ! ) as manifestações. Acusam a polícia de abuso de poder. Não que não haja, mas creio haver também abuso de quarto poder. Até porque os soldados da polícia militar e/ou civil são tão precisados das exigências moral e materiais que o povo pede e também essa mesma polícia tem seus atos refletidos na opressão cotidiana de suburbanos das grandes cidades.
   E por último temos... o povo... ah, o povo... falo do cidadão que trabalha todos os dias, que pega condução lotada, bate cartão de ponto, curte seu futebol e sua novela e não sabe muito bem o que está acontecendo, quase sempre refém dos prognósticos e julgamentos da televisão e de outras grandes mídias. Esse povo é quem digere as informações que as mídias golpistas enfiam goela abaixo e depois ele arrota sem nem mesmo se lembrar o que foi que ele comeu. Esse povo é que preocupa. É o mesmo povo que corre pro banco pra resgatar o dinheiro da possível suspensão do bolsa família e depois fica sabendo que era trote. Tudo isso ao mesmo tempo? Veja só quanta coisa tem dentro dessa panela de pressão?

   Diante de tudo isso e um pouco mais o único conselho que dou é o seguinte: de todos os governos não há pior do que aquele que tenta agradar a todos. Cuidado com os populistas de plantão, cuidado com a extrema direita em pele de cordeiro evangélico, cuidado com a direita que se mostra apartidária e cuidado com a esquerda canhota. E, se mesmo diante de todo esse cuidado nada mais der certo, faça uma manifestação pelos seus direitos pois pode estar certo de que você é a minoria/maioria. 

Drops Rock 40 - Regravações, Plágios, Versões e Inspirações



Chegamos ao Drops Rock 40 e nesse programa vamos mostrar algumas músicas e regravações... ás vezes por falta de criatividade, por mau-caratismo, por desconhecimento ou porque fazer versão o dinheiro pode vir mais rápido. Seja como for assista algumas curiosidades musicais do mundo do Rock e algumas não tão curiosas assim... mas tentamos. Então, chupa! Vai o 40!...

Drops Rock 39



E chegamos a terceira parte do Drops Rock sobre Only Hit Wonder. Se você já viu os anteriores sabe que tem mais galhofagem, mas também muita informação e cultura. Que saudades daqueles tempos em que a gente acreditava que as qualidades da músicas não piorariam ainda mais, muito embora o Pop é o Brega aqui era algo de valor! Vide os programas televisivos dos anos 80 que só passavam esses cantores. pois bem, de Guarulhos para o mundo, Drops Rock 39.. se é drops... chupa!