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segunda-feira, 11 de julho de 2016

O Clandestino : A Série - parte 2

O Clandestino : A Série - parte 2

   

Continuando o "dossiê" Clandestino, eis a primeira edição do jornal com comentários, notas de rodapé, inserções, intervenções e que tais. Observe já na página de capa objetos hoje curiosos, como uma máquina de escrever - atualmente conhecida como impressora pré-histórica. Tem-se ainda um televisor e um computador  - todos sem tela plana! No rádio que anuncia o jornal há um compartimento para tocar fita k-7. Registra-se aí ainda o telefone celular e suas frequentes quedas de sinal, fato que ainda não mudou muito daqueles tempos para cá...
Nós fizemos as primeiras quatro edições em papel ofício e no momento de scannear essas páginas nossa impressora não pôde
comportar as folhas inteiras, de modo que pequenas coisinhas se perderam e já adianto minhas desculpas...  não foi censura!




Tudo foi feito de forma artesanal, mesclando texto escrito nas Olivettis da vida com o nanquim da pena desse que aqui escreve. Importante salientar a citação de políticos outrora considerados "corruptos", hoje dinossauros das instituições democráticas ainda presentes nas mesmas!.. 

A tiragem de nosso fanzine era de 100 exemplares com 08 páginas de conteúdo original. Nada mal para iniciantes.





Clássica charge desse cara, ainda no aguardo de colocar a cara a tapa para uma publicação oficial. Com o tempo consegui uma publicação on line: livro virtual à venda:
https://www.amazon.com/s/ref=nb_sb_noss?url=search-alias%3Dkindle-accessories&field-keywords=cartoons+e+que+tais




Na página 04 uma tentativa minha de ser um pouquinho escritor.
logo abaixo, alguns quadrinhos. 
Quando criei Patonheta tinha um pouco de receio em desenhá-lo, achava-o escatológico, escroto ( ! ). Mas mandei às favas o preconceito e consumei o fato. Aí, ambos personagens "machistas" - o já citado e o Rei da Estrada. Quando exorcisamos nossos medos, raivas, culpas, rancores e tristezas, nós os transformamos em Arte. 




Um pouco da verve literária dos colaboradores 
do jornal que deram frutos, pois fomos premiados em vários concursos de Literatura e Poesia e até a publicação de livros de Mauro Marcel. 




Por se tratar da primeira edição em fanzine achamos inmportante nos apresentarmos, com poesia e humor.

Veja só! Ainda recebíamos cartas! Aqui um repeteco da capa e não me recordo o porquê...